VARREDOR DE MARÉS

te-Atrito (Portugal)

ESPECTÁCULO

Varredor de marés

NOME DA COMPANHIA (PAÍS)

te.Atrito (Portugal)

LOCAL DE APRESENTAÇÃO

IPDJ

DATA E HORÁRIO

28 de Novembro – 11h00

DURAÇÃO

30 minutos

GÉNERO

Teatro físico

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

+4 anos

PROMOTOR

JAT – Janela Aberta Teatro

PREÇO GERAL

5€

FICHA ARTÍSTICA

Encenação: Rita Neves | Interpretação: André Canário, Laura Pereira e Pedro Monteiro | Régie: Pedro Monteiro (iluminação), Ana Brandão (som) | Sonoplastia: Igor Arrais | Som de cena: Pedro Monteiro | Produção: te.Atrito

SINOPSE

Era uma vez um Mar tão grande, tão grande, mas tão grande, que era de toda a gente, de todos os peixes e de todas as algas. Um dia, alguém disse: “O Mar é meu e por isso posso fazer tudo o que quiser”. Esse alguém (que era muita gente) apanhou demasiados peixes, e usava o Mar como se de um grande caixote do lixo se tratasse. Até que o Varredor de Marés acordou com um balde em cima da cabeça e não quis acreditar no que observou… Esta história não tem fim, mas é um bom princípio, alertando os mais novos para a acelerada perda da biodiversidade, com profundas consequências para o mundo natural e o bem-estar humano. Dois actores, música, um mar de pano - ora com vida, ora com lixo – juntam- se num espectáculo, sem palavras, e em que, no entanto, tudo é fácil de entender: o mar é de toda a gente por não ser de ninguém, e quem o quer só para si nem para si o tem.Tendo como mote a frase em epígrafe, este espectáculo mostra, de uma forma simultaneamente lúdica e didáctica, a importância de preservar o equilíbrio ecológico como única forma de podermos tirar partido dele sem corrermos o velho risco de “matar a galinha dos ovos de ouro”. A Europa e o Mundo estabeleceram como objectivo para 2010 travar a perda de biodiversidade, naquele que foi o Ano Internacional da Biodiversidade. Numa região com profundas ligações culturais, sociais e económicas ao mar e à Ria Formosa, pensamos que é importante criar um espectáculo que alerte as novas gerações para a acelerada perda da biodiversidade, com profundas consequências para o mundo natural e o bem-estar humano, nomeadamente no que se refere às questões ambientais e ao degradar da riqueza que se levantam à volta do tema “Mar”.

BIOGRAFIA DA COMPANHIA

Fundado em Outubro de 2015 e instituído em Janeiro de 2016, o te.Atrito é um grupo de teatro que a partir de Faro tem desenvolvido a sua actividade no Algarve e, mais pontualmente, em todo o país. Com 23 produções realizadas apresentou mais de 500 espectáculos em parceria com associações, grupos de teatro e Teatros, escolas, câmaras municipais e juntas de freguesias, direcções gerais das artes e das prisões, direcção regional da educação, Universidade do Algarve, Gulbenkian, Centro de Ciência Viva e outras instituições públicas e privadas. Para além da produção e apresentação de espectáculos, o te.Atrito tem dinamizado grupos de teatro universitário, de jovens e de 3ª idade, assim como sessões de “Poesia Dita”. Também tem colaborado em filmes e vídeos produzidos no Algarve. Em parceria com a Associação Recreativa e Cultural de Músicos organiza o Em Contra Teatro desde 2010, do qual já se realizaram 5 edições. Nos projectos do te.Atrito têm participado atores, músicos, bailarinos, cineastas e produtores que desde os anos 90 têm, de uma forma independente, mas continuada, contribuído para a actividade artística e a promoção cultural na região algarvia. te.Atrito é um grupo de Teatro que assume o papel essencial dos actores nas opções estéticas e na construção das personagens que, por sua vez, vão definindo ensaisticamente a estrutura dramática das cenas. A liberdade criativa dos intérpretes na experimentação colectiva de ideias e textos e a simplificação dos figurinos, cenários e adereços permitem reforçar este propósito de centrar a acção no actor. Criado em Outubro de 2005, é formado por actores, encenadores, dramaturgos, figurinistas – somos tudo isso. Porque estarmos todos e de todas as formas envolvidos no processo criativo não é apenas a sublimação conceptual do teatro pobre. É o teatro possível na liberdade que hoje é possível, com o que isso pode custar. A ti.

SHOW

Varredor de Marés

COMPANY NAME (COUNTRY)

te.Atrito (Portugal)

LOCATION

IPDJ Auditorium

DATE AND TIME

28 November – 11 a.m.

DURATION

30 minutes

GENRE

Physical theatre

AGE CLASSIFICATION

 +4 years old

PROMOTER

JAT - Janela Aberta Teatro

GENERAL PRICE

5€

ARTISTIC TEAM

Direction: Rita Neves | Actors: André Canário, Laura Pereira and Pedro Monteiro | Régie: Pedro Monteiro (lighting), Ana Brandão (sound) | Sound design: Igor Arrais | Stage sound: Pedro Monteiro | Production: te.Atrito

Synopsis

Once upon a time, there was a Sea so big, so big, but so big, that it belonged to everyone, to all fishes and all seaweeds. One day, someone said: "The Sea is mine, so I can do whatever I want". That someone (who was a lot of people) caught too many fish, and used the Sea as if it were a big dustbin. Until the Tide Sweeper woke up with a bucket on his head and couldn't believe his eyes... This story has no end, but it's a good beginning, alerting the youngest to the accelerated loss of biodiversity, with profound consequences for the natural world and human well-being. Two actors, music, a sea of cloth - sometimes with life, sometimes with rubbish - come together in a show, without words, and in which, however, everything is easy to understand: the sea belongs to everyone because it belongs to no one, and those who want it for themselves don't have it at all.Having as motto the sentence in epigraph, this show shows, in a both playful and didactic way, the importance of preserving the ecological balance as the only way of taking advantage of it without running the old risk of "killing the goose that lays the golden egg". Europe and the world have set themselves the objective for 2010 of halting the loss of biodiversity, in what was the International Year of Biodiversity. In a region with deep cultural, social and economic links to the sea and the Ria Formosa, we think it is important to create a show that alerts new generations to the accelerating loss of biodiversity, with profound consequences for the natural world and human well-being, particularly with regard to environmental issues and the degradation of wealth that arises around the theme "Sea".

Biography of the company

Founded in October 2015 and established in January 2016, te.Atrito is a theatre group that from Faro has developed its activity in the Algarve and, more occasionally, throughout the country. With 23 productions performed it has presented more than 500 shows in partnership with associations, theatre groups and Theatres, schools, town and parish councils, general directorates of arts and prisons, regional directorate of education, University of the Algarve, Gulbenkian, Living Science Centre and other public and private institutions. Besides the production and presentation of shows, te.Atrito has also promoted university, youth and elderly theatre groups, as well as "Dita Poetry" sessions. It has also collaborated in films and videos produced in the Algarve. In partnership with Associação Recreativa e Cultural de Músicos it organizes Em Contra Teatro since 2010, of which 5 editions have already taken place. In te.Atrito's projects have participated actors, musicians, dancers, filmmakers and producers that since the 90's have, in an independent but continuous way, contributed to the artistic activity and cultural promotion in the Algarve region. te.Atrito is a theatre group that assumes the essential role of the actors in the aesthetic options and in the construction of the characters that, in turn, will define the dramatic structure of the scenes. The creative freedom of the performers in the collective experimentation of ideas and texts and the simplification of the costumes, scenery and props allow to reinforce this purpose of focusing the action on the actor. Created in October 2005, it is formed by actors, directors, dramaturges, costume designers - we are all of that. Because being all involved in the creative process is not only the conceptual sublimation of poor theatre. It is the theatre possible in the freedom that is possible today, with what that may cost. To you.